sábado, 7 de setembro de 2013

... Para ti que chegaste devagar, quase sem te fazeres notar, mas sempre com esse sorriso leve, como se a vida fosse apenas pura felicidade, como se a vida fosse plena de sentido e isso bastasse para seres feliz. 
... Para ti que me foste mostrando que a felicidade pode ser simples e estar dentro de uma troca de olhares e que para além do branco e do preto existe uma palete vastíssima de cores com as quais podemos colorir a nossa vida e a dos que nos rodeiam.
... Para ti que me fazes sorrir todos os dias e que me fazes querer partilhar esse sorriso com os outros, com todos os que se cruzam no meu caminho, porque me fazes perceber que a felicidade só faz sentido se for partilhada.
... Para ti que me ensinas, a cada dia que passa, que não é mau sentir, não é mau chorar, não é mau rir à gargalhada, abraçar alguém ou demonstrar carinho.
... Para ti que me amoleces o coração de pedra e despertas sentimentos que eu achava já não ser capaz de sentir.
... Para ti que me fazes tanto sentido, que me completas, que me dás vontade de querer continuar, de caminhar lado a lado.
... Para ti que me prendes num olhar e mandas a minha insegurança embora. Que me ensinaste a pensar num dia de cada vez, sem pressas de querer chegar.
... Para ti que me fizeste perceber que apesar do "Mar ser já ali" há todo um caminho de terra a percorrer, com a serenidade e a certeza de que o tempo é relativo e que por mais ou menos tempo que demoremos, o Mar vai ser sempre "já ali".


... Para ti...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

* :)!

Francisca sempre gostara de escrever, sempre usara o papel como escape de si mesma. Nos últimos seis meses não, nada. Olhava para o papel com estranheza, a caneta já não se fundia com a mão como antes, tinha tanto para dizer dentro da sua cabeça e tão pouco na ponta dos dedos. Lia e relia várias vezes aquilo que antes escrevera. Frases cheias de lágrimas, de tempos em que o sorriso nada mais era que uma mera ilusão. Escrevera tanto enquanto tudo se desmoronava e agora que tudo se eleva cada vez mais e mais, não é capaz. Acha-se egoísta, como se só usasse o papel para partilhar as suas lágrimas e as alegrias ele nas as merecesse conhecer. Francisca está feliz. E hoje escreve para deixar as suas alegrias invadirem a folha, para que não sejam só de dor as palavras que pautam a sua escrita. Porque Francisca sabe que se devemos partilhar as tristezas para aliviar a dor, devemos sobretudo partilhar as alegrias para sermos ainda mais felizes :)!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

*Porque há coisas que nunca se irão apagar...

"Suavizei-te o coração [...], e olha o que fizeste ao meu!"  Margarida Rebelo Pinto, Alma de Pássaro.


"É preciso saber viver o amor, esquecer mágoas e matar inseguranças e acreditar que vale a pena amar alguém, que vale a pena partilhar o nosso amor, mesmo que quem o recebe não saiba abrir as mãos para o agarrar." Margarida Rebelo Pinto - Crónicas da Margarida


"Hoje em dia para mim ve-lo é como assistir pela décima vez ao cinema paraíso. Continuo a adorar mas já conheço todas as cenas, já decorei todos os diálogos e não falho uma sequência. Ele no fundo é como se fosse família, já faz parte da mobília. Prefiro não pensar se ainda o amo ou não, porque no fundo sei que sim, mas ando a convencer-me de que tenho o direito de me deixar ser amada por outro homem." Margarida Rebelo Pinto - Não há Coincidências.


"Em que momento nos zangámos por dentro?" Daniel Sampaio - Lições do Abismo.


"O amor encerra este paradoxo, este absurdo doentio e insolúvel: podemos querer bem a quem nos quer mal. Ou fazer mal, a quem nos quer bem." Rita Ferro - Não me contes o Fim.


"Nós encaixavamo-nos." Dorothy Koomson - Pedaços de Ternura.


"Morreu um bocado de mim, mas mesmo assim decidi que não ia desistir. Ainda não, era demasiado cedo." Margarida Rebelo Pinto - Diário da Tua Ausência


"E mesmo que não te tenha nos meus braços viverás em mim por tudo o que te dei." Margarida Rebelo Pinto - Diário da Tua Ausência.´


"Como se alguém me tivesse arrancado aquela parte da alma e deixado uma ferida profunda que jamais sararia." Dorothy Koomson - Pedaços de Ternura.


"É mesmo tarde para nos amarmos de novo?" Daniel Sampaio - Lições do Abismo.









quinta-feira, 21 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

*Alma Fechada...

*Porque Sara nunca tinha sido dele, pelo menos nunca verdadeiramente. Não que ela não tenha tido momentos de entrega total, que os teve é certo, mas ser dele era demasiado para o que ela pensava que conseguia suportar. Era livre, sempre fora. A sua indepêndencia sempre falara mais alto e não a deixaria escapar por nada deste mundo. Ele também nunca tinha sido dela. Tinha tido momentos de entrega, momentos em que talvez se iludisse e pensasse que agora sim, era totalmente de algúem, mas não. Uma barreira impedia-os de avançar. Porque talvez o momento não fosse oportuno, porque talvez se encantassem demasiado facilmente com os outros para se aperceberem do que tinham à sua frente. Amor. Era o que eles tinham ali, nas mãos fechadas que ambos se recusavam a abrir, dedos que não queriam entrelaçar, linhas de destino que não queriam cruzar, pele que não queriam sentir. E deixaram-no preso. Sim, ao Amor. E agora tentam à força abrir as mãos, tentam entrelaçar dedos e cruzar destinos. Mas agora, em vez das mãos, fechou-se a alma. E essa, só abre quando quer.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

*Amor Marinheiro :)!


*Há amores assim, urgentes. Vontades que se apoderam de nós, alegrias enormes que têm que ser partilhadas. Amor Marinheiro. Este e tantos outros que existem. Em Times Square ou numa qualquer avenida de Lisboa. Para celebrar o final da II Grande Guerra, ou simplesmente para celebrar a Vida. Amor simples, Amor inocente, Amor Urgente, Amor que um dia será meu. Amor Marinheiro. :)!